domingo, julho 23, 2017

O que não muda em Aveiro (II)

Convido os amigos leitores que seguem o Aveiro Sempre a deslocarem-se á Estação de Aveiro e verifiquem com os seus próprios olhos o estado vergonhoso dos espaços (que deviam ser) verdes das traseiras da referida estação de comboios. Que vergonha, meu Deus.

Senhor presidente: «pegue nas perninhas» e dirija-se até lá! Veja o abandono a que aquela zona foi sujeita.Quatro anos de mandato, quatro anos de «tudo na mesma»!

Quanto à Estação antiga, só pergunto como foi possível ter-se permitido que aquele edifício tão bonito tenha chegado aquele estado!

sexta-feira, julho 21, 2017

O que não muda em Aveiro (I)

É destruição e desrespeito diário pelo património de Aveiro. A cena repete-se todos os dias, a toda a hora, a todo o momento: os moliceiros continuam a «circular» nos canais, repletos de turistas muito mal tratados, com as proas amputadas. É algo que me choca, que me revolta, que me indigna.
Fizeram-se obras nas pontes? Fizeram-se mesmo? Para quê? A maior vergonha do turismo em Aveiro! Ninguém faz nada? Mas lá está...os aveirenses também não se importam...


quinta-feira, julho 20, 2017

Licor de Aveiro


Licor da tradição aveirense. Da Beira-Mar. Não podia estar mais tempo sem provar e sem ter em casa. Obrigado Rui Martins!



domingo, julho 16, 2017

100% contra o Festival dos Canais

Não. Não é dizer mal de tudo ou simplesmente enveredar pelo «bota abaixo». Nada disso. Agora, não posso deixar de manifestar a minha discordância pela realização da segunda edição do Festival dos Canais.

Primeiro: é inadmissível realização de um festival com milhares de pessoas num local que é um...jardim. Um concerto não pode, não deve realizar-se em cima de um espaço verde (?) da cidade. Prefiro que não se faça ali nada e que o espaço seja mantido bonito, cuidado e preservado.

Segundo: é indigno gastar 300 mil euros num festival cujos concertos se realiza numa zona nova, tão bonita como é a zona do Centro de Congressos/Fonte Nova quando esta zona continua há anos a apresentar cenários medonhos; o estado da Rua José Afonso (ao lado do campo de futebol) é simplesmente vergonhoso; o Melia Hotel continua a ter á sua frente um parque de estacionamento em terra, feio e típico do terceiro mundo; ao lado do Centro de Congressos é só matagal....

300 ml euros, amigos! E quem mora ali não se manifesta! A culpa também é dos aveirenses! Aqueles que moram ali, pagaram uma fortuna por um apartamento, pagam o IMI mas alto do país e não se unem para que, pelo menos as ruas estejam em condições? Mas pronto, siga a festa...

terça-feira, julho 11, 2017

Apresentação «xoxa»


Não tenho dúvidas que Ribau Esteves vai ganhar de novo as eleições em Aveiro, mas a apresentação da sua recandidatura foi decepcionante em termos de adesão popular. Coisa «xoxa», nossa senhora!





Alguém o conhece?

Não está em causa a sua honestidade, nem a sua competência, mas eu pergunto: quem é que conhecia em Aveiro o candidato do PS à Câmara? É que para se ganhar é preciso ser conhecido...
Filipe Neto Brandão era, claramente, «mais candidato» a presidente.

quinta-feira, junho 22, 2017

O triste estado da Rua da Pega


Aveiro tem tanto para explorar para além do Canal Central, que há coisas que me revoltam. O turismo cresce mas podia crescer muito mais. E quem vive cá? Não mereceria muito mais?
A foto mostra-vos a Rua da Pega. De um lado, o excelente Campus Universitário; do outro, a paisagem típica da cidade de Aveiro: marinhas de sal, viveiros, água! Como é possível estar esta rua num estado que mais faz lembrar uma rua qualquer de uma cidade de um país qualquer em guerra? Ciclovia abandonada! Zonas de estacionamento repletas de pedras e mais pedras. Passeios em terra. Vegetação ao monte Senhor presidente da Câmara: não sente vergonha por Aveiro ter «cenários» destes?


domingo, junho 18, 2017

Confio em Carlos Miguel


Não sendo «amigo chegado» de Carlos Miguel, ganhei por ele estima e consideração desde os meus tempos de Diário de Aveiro, onde durante anos a fio acompanhei o Oliveira do Bairro de perto. De quinze em quinze dias, ia «fazer» o jogo dos bairradinos, nas extintas segundas e terceiras divisões nacionais, «apanhando» o Carlos Miguel, primeiro como jogador e mais tarde como treinador. É das pessoas por quem ganhei empatia. Gosto de pessoas com quem gosto de falar de futebol O nosso novo treinador é uma delas.
Tenho a certeza que se esta aposta não resultar não é por Carlos Miguel não saber de futebol, nem gostar do Beira-Mar. Porque ele percebe e gosta do Beira-Mar. Só pode ter o meu apoio. Confio totalmente nesta aposta e, por isso, só posso estar optimista. E ele sabe que tem o meu apoio. Força Beira-Mar!