domingo, setembro 04, 2016

Praça linda mas sem vida

Praça Marquês de Pombal. É a praça mais bonita de Aveiro mas completamente abandonada em termos de dinamização. É uma pena.

sexta-feira, setembro 02, 2016

quinta-feira, setembro 01, 2016

A exactidão do costume...

«A obra está pronta até ao final do mês», afirmou há bem pouco tempo Ribau Esteves. A obra ia ficar pronta no prazo estipulado. Bom, hoje é dia 1 de Setembro...

sexta-feira, agosto 26, 2016

Rua José Estevão

 

Não discuto a pertinência da obra, nem sequer quero abordar o facto da mesma ter sido levada a cabo em pleno verão e logo no mês de Agosto, mas, todos os dias passo na Rua José Estevão e o que vejo é uma «obra de Santa Engrácia»! Ou é impressão minha ou há dias em que nada se faz na obra? Aquilo não podia ter um outro andamento? Não seria de exigir outro andamento?





sábado, agosto 20, 2016

Pena ser na praia de Mira...

A imagem mostra-nos uma ponte, cheia de flores, sobre um dos canais que emergem na barrinha da praia de Mira. Porque é que nenhuma das enumeras pontes da nossa cidade se «apresenta» desta forma tão bonita? Porque é que não existem flores em Aveiro?


segunda-feira, agosto 15, 2016

É pena ser em Coja...


Esta foto foi tirada muito recentemente em Coja mas bem que podia ilustrar um qualquer jardim de qualquer vila ou cidade de Portugal. Apenas em Aveiro não temos esta coisa tão «banal» a que chamamos de relva! Aqui impera o desleixo, as ervas, a palha, o abandono, a sem pouca vergonha. Haja paciência!



É pena ser no Porto...

Nenhuma cidade pode ser comparada porque não há duas cidades iguais. Ainda assim, numa recente visita ao Porto, fiquei deveras impressionado com o aprumo, organização e qualidade da requalificação urbana que a cidade nortenha apresenta para quem ali vive e para quem a visita.
A foto mostra-nos o piso da Avenida dos Aliados e, claro, é impossível não nos lembrarmos da nossa «Lourenço Peixinho». A foto mostra-nos que o piso da avenida portuense, apesar de ser de paralelo, está impecável, e, claro, com as pinturas muito nítidas. Bolas, será muito difícil que um presidente da Câmara que tanto fala, não consiga ver que a nossa Avenida principal nem sequer tem os tracejados pintados?? Quando é que teremos a Avenida com as marcações efectuadas?

sexta-feira, agosto 05, 2016

Falta de vergonha sem limites!


No pico do Verão, quando Aveiro é visitada por milhares e milhares de turistas, eis que a vergonha que sinto por ver a minha cidade «pintada» de amarelo da relva seca, atinge o seu ponto mais alto. A Baixa de Santo António está ao abandono. Os separadores de relva da «Lourenço Peixinho» estão uma lástima e nem uma flor têm.
Passamos na Variante, olhamos para a rotunda do Parque de Feiras e para a área de «relva» junto aos pavilhões e observamos uma imagem decadente. Aveiro, a cidade da palha!
Mas passem também na zona do Glicinias e vejam com os vossos próprios olhos como foi possível deixar morrer a relva da rotunda e a relva em frente às bombas de gazolina. Aveiro, cidade da relva amarela é a imagem de marca desta Cãmara. Sem pudor. Sem ponta de vergonha,
Isto são apenas alguns exemplos. Mas há mais. Por todo o lado. A rotunda em que termina a Avenida da Força Aérea é apenas um circulo abandonado. As avenidas que surgiram na zona das Agras estão abandonadas. O Parque do Canal de São Roque foi igualmente deixado ao abandono. Porra para isto tudo!
Que me desculpem a linguagem, mas tudo isto é revoltante.
Passo em Ilhavo, vejo o separador da Avenida 25 de Abril, junto ao Centro Cultural e aquilo está um brinco. Afinal era Ribau o responsável por Ilhavo estar impecável? Ribau deixou Ilhavo e as coisas continuam bem; Ribau veio para Aveiro e os espaços verdes estão todos uma merda!
Senhor Ribau: tenha vergonha e regue aquilo que devia ser verde em Aveiro. Não se limite a cortar a palha de quinze em quinze duas como acontece no «ervado» em frente ao Pavilhão do Galitos.
Chega de palavras mansas. Não podemos ter Aveiro neste estado, bolas! Não podemos porque somos de Aveiro e gostamos de Aveiro. Talvez seja esta a diferença.