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domingo, abril 10, 2011

Lembram-se do Xiripiti?

Situado no Bairro da Beira-Mar, entre o Rossio e a Praça do Peixe, o Xiripiti era um espaço que tinha para dar aos seus clientes um serviço de restaurante e bar. O restaurante com pratos típicos acabaria por se tornar no suporte maior do Xiripiti, na medida que o bar foi tendo cada vez menos clientes. Mas os clientes do bar eram poucos mas bons. O bar era amplo, tinha um ambiente calmo, podia-se ver televisão em écran gigante, jogar flechas, ou realizar uma partidinha de snooker. A decoração destacava uma exposição de fotografias de estrelas de cinema, nacionais e estrangeiras.



sábado, agosto 28, 2010

Já 41 anos de Aveiro (4) / A «escola dos rapazes»


Lembro-me perfeitamente do meu primeiro dia de aulas. Acompanhado pela minha mãe, encontrava-me nervoso e timido. No fundo, ir para a escola, para quem não tinha tido ATL's, infantários e pré-escolas, era algo de enigmático!

Curioso que no ano em que fiz a primeira classe, coincidiu com o primeiro ano em que se colocou um ponto final à divisão entre a «escola das meninas» e a «escola dos rapazes», hoje o edificio onde funciona a Junta de Freguesia da Vera-Cruz.

Foram quatro anos com uma professora de uma dedicação extraordinária! A Dª Clélia, ainda viva (felizmente) é alguém que perdura na minha memória!

E foi na escola que me «apaixonei» por uma menina, muito bem vestidinha e com quem casei....quase trinta anos mais tarde!

Da escola, guardo com saudades os jogos de futebol que faziamos no recreio, a dor de cabeça que era para mim ter que comer o pequeno almoço e colegas como o João Paulo, o João Fernandes, o Rino, o Miguel e tantos outros. Era giro a malta voltar a ver-se...

terça-feira, junho 01, 2010

No meu tempo nao havia professoras assim!



Guardo muito boas recordações da Dª Clélia, a minha professora da 1ª à 4ª classe, mas, no computo geral, nunca tive professores que me tivessem deixado saudades. Lembro-me de um de desenho, já no Ciclo, do professor Vieira, que me deu Sociologia, do professor Gouveia, de Educação Física, mas na verdade nunca tive nada tão bom como a professora de Mirandela.

Mas o país anda maluco e decide despedir uma professora que tem tudo para agradar e motivar os alunos. Alunos e não só, porque estou convencido que se não tivesse sido afastada, haveria pais que decidiam voltar às aulas. Não tenham duvidas. Despedir uma professora tão boa? Porque raios? É por isto que o país não vai para a frente!

sábado, agosto 29, 2009

Antigamente

Tia Alice. Bataclã. O Bocácio. Winners. Pão de Açucar.

quarta-feira, agosto 26, 2009

Aveiro antigo

Ti João Baunites. Jaquim Frio. Bananeiro. Campo do Paula Dias. Salão Arcada. Flashback. Canecão. Moveis Baía.

sexta-feira, agosto 08, 2008

São Gonçalinho


Não têm conta os dias de infância que passei a jogar à bola e às corridas de «caricas» no Largo de São Gonçalinho! Não existiam bares mas era possível brincar naquele largo! Não existia a net mas havia segurança...
Vem isto a propósito do cenário deplorável que hoje o Largo de S. Gonçalinho apresenta. Uma vergonha! A parede que fica mesmo em frente à capela é tudo aquilo que Aveiro nunca representou relativamente aos ideais da liberdade! Vandalismo e ordinarices envergonham todos aqueles que vivem e sentem Aveiro e, muito concretamente, a zona da Beira-Mar.
E depois temos uma das paredes da capela (a esquina que dá para «O Buraco) que não é mais do que um WC público da canalha que ali anda durante a noite. O cheiro sente-se ao longe.
Quem põe mão nisto??? Senhor presidente da Junta: critica-se e fala-se muito da Câmara Municipal, mas também não será responsabilidade da Junta olhar para estas situações???

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Passagem de ano em Lisboa

Há dois anos, fomos até Lisboa, com o objectivo de, entre outras coisas, passearmos pela baixa e visitarmos o Planetário. Ficámos num «Ibis» da Avenida da Liberdade e fomos ver a maior árvore de Natal da Europa (este ano instalada no Porto). Sem nada marcado, não conseguimos encontrar um restaurante onde pudéssemos comer. O hotel foi a solução.

Passagem de ano na Galiza


Há dois anos metemo-nos no carro e aí fomos nós até Espanha. A ideia era passar o ano em Vigo mas rapidamente mudámos de ideias. Vigo é possívelmente a única cidade espanhola que nao gosto. Passeámos em Santiago de Compostela e pernoitámos em Pontevedra. Uma aventura. Um Hotel, que parecia razoável, tornou-se num inferno. A higiene (ou falta dela) dos quartos e a bebedeira do recepcionista ficam para sempre no album das minhas recordações.


Passagem de ano no Lago da Fonte Nova



Houve um ano que o Dr. Alberto Souto se lembrou de realizar em Aveiro uma grande festa de passagem de ano. As imediações do Centro de Congressos, junto ao Lago da Fonte Nova, serviram de palco à festa. Rui Veloso foi o convidado para fazer esquecer o frio. Não conseguiu. Não fossem as «bejecas» e tinha morrido gelado. Ah! O fogo de artificio salvou aquilo.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Passagem de ano em Obidos



No ano passado, passei o ano em Obidos. A pensar no míudo, fui ver a Aldeia do Pai Natal e não me arrependi de passar o ano numa das vilas que mais gosto no nosso país. O ambiente estava extraordinário, a Vila estava ainda mais bonita e até o tempo ajudou! Passar o ano em familia, em Obidos, foi excelente.




sábado, dezembro 22, 2007

Passagem de ano no Terreiro do Paço


Também ainda em solteiro, fui dois anos seguidos, com uma malta amiga, a Lisboa passar o ano no Terreiro do Paço. Duas grandes noites. Apesar do frio e apesar de não termos para onde ir no final dos concertos.
Cerca de trinta mil pessoas naquela que é um dos locais mais emblematicos da Capital, numa festa organizada pela Autarquia lisboeta e marcada por boas actuações de grupos como a Resistência (grande, grande projecto da musica portuguesa), por exemplo, e por bonitos espectáculos de fogo de artificio.
Uma festa do povo.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Passagem de ano em Salamanca


Há mais de dez anos, (ainda solteiro) fomos (dois casais) passar o ano a Salamanca. O que mais gostei? Da cidade. Da preservação do património. Da Plazza Mayor. Foi a primeira de várias vezes que lá fui.
O que menos gostei? Dos milhares e milhares de portugueses que lá estavam. Então um gajo sai do país e chega à vizinha Espanha e só vê portugueses?
Tirando este pormenor, recordo positivamente esta passagem de ano, com muita gente nas ruas e bares e discotecas de porta aberta e sem consumo mínimo obrigatório.

terça-feira, dezembro 18, 2007

Passagem de ano na Estação

Se há coisas que não entendo, é como há pessoas que optam por passar o ano numa discoteca onde vão todas as semanas! O que é que essa noite tem de diferente? Nada. Ou melhor, tem o preço. Um gajo paga mais para entrar e em troca servem-nos uma taça de espumante e um caldo verde manhoso. No resto...

Mas eu sou um gajo banal e como gajo banal que sou, houve um ano, tipo «Maria vai com as outras», em que também fui à Estação da Luz. Foi o início do fim de uma relação de alguns anos.


terça-feira, novembro 20, 2007

Carta ao condomínio

Recebi um email engraçado que me fez lembrar os tempos em que vivi num T2 que tive em Azurva.

«Caros vizinhos,

Lamento referir-me a um assunto tão íntimo vosso, mas é por este acabar por não ser realmente privado, que vos alerto.
Todos gostamos de dar uma boa queca, é natural. Todavia é importante ter consciência se o condomínio “assiste” a acto tão privado. E assiste. Não visualmente, óbvio, mas a barulheira que é feita no árduo desempenho do acto, certamente “acorda” os mortos do cemitério à nossa beira.
Confesso que os gemidos femininos até nem incomodam, ouvem-se baixinho e transmitem uma sensualidade que é naturalmente agradável, mas quanto ao resto, o caso muda de figura.
Os barulhos do mobiliário a arrastar, as pancadas ritmadas na parede espalham-se pela estrutura do edifício. Não é preciso ser engenheiro ou licenciado em engenharia para perceber que os ruídos e as vibrações estruturais são os mais difíceis de isolar e os mais incomodativos.
Portanto, ou compram uma cama nova, ou fodem no chão!
Não me fodam é a mim.

Boas fodas.»

domingo, novembro 18, 2007

Sempre do Beira!


- O que é que queres ser quando fores grande?

- Jogador de futebol.

- Jogador de futebol?

- Sim. E sempre do Beira.

sexta-feira, novembro 02, 2007

Dia 1 de Novembro (II)

O Dia de todos os Santos serve para recordarmos aqueles que já partiram, mas tambem para encontrarmos, no cemitério, pessoas que só vemos uma vez por ano.

terça-feira, outubro 30, 2007

Dia 1 de Novembro

É triste quando perdemos alguém de quem gostamos, mas as memórias que essas pessoas nos deixaram, dão-nos força e ajudam-nos a viver.

quarta-feira, agosto 29, 2007

Jantaradas

Vem aí duas jantaradas para rever amigos de longa data. O grande Virgilio, o Hugão e o Catatau. Que a sexta feira chegue depressa.

No próximo mês, vou até à Povoa de Varzim para usufruir da companhia do Puto, do Arrôto e das respectivas. A amizade é eterna.

segunda-feira, agosto 27, 2007

Snooker

Começei a jogar snooker ainda criança. Por influência do meu pai, tornou-se uma paixão. Foram anos e anos a jogar snooker, até que um dia, há meia duzia de anos atrás, perdi com um maneta, num torneio na Costa do Valado, e nunca mais joguei. A humilhação foi grande.

sexta-feira, agosto 24, 2007

Bingo

Ainda solteiro, ia, juntamente com grandes amigalhaços, algumas vezes ao Bingo. Nada de gastar muito dinheiro. O ritual era o mesmo de sempre: gastar mil pauzitos, comer uma bifana e beber uma cerveja e virmos embora. Nunca lá tirei uma «linha» que fosse. Hoje, o Bingo já não existe em Aveiro.